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mar 20, 2019Sem categoria

A anemia ferropriva é a carência nutricional de maior prevalência em todo o mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), ela atinge 25% da população mundial, sendo as crianças e as gestantes os grupos mais vulneráveis. A anemia está associada ao baixo desempenho motor e mental em crianças, baixa produtividade em adultos e problemas com o binômio mãe-feto na gravidez. A prevalência de anemia entre alunos matriculados na rede pública de ensino brasileira tem alcançado níveis alarmantes. Estudos apontam entre 20 e 50% o percentual de crianças com anemia por deficiência de ferro. Além disso, convivemos com dois outros problemas nutricionais: a desnutrição que, apesar de uma drástica redução nas últimas duas décadas, ainda existe no país, e a obesidade infantil, distúrbio causado principalmente por maus hábitos alimentares, que tem aumentado significativamente neste mesmo período. Em Santa Luzia do Itanhy, um dos municípios mais pobres do Brasil (IDH: 0,545), localizado no Território da Cidadania Sul Sergipano, a prevalência média de anemia ferropriva entre alunos da rede pública era de 32%, atingindo o valor máximo de 57% para crianças na faixa dos 3 anos de idade.

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